Pastores clamam a Deus próximo das linhas de frente na Ucrânia

Pastores clamam a Deus próximo das linhas de frente na Ucrânia

Enquanto os rumores de uma invasão russa iminente aflige a Ucrânia, pastores clamaram a Deus, próximos das linhas de frente. Diante de uma cruz, com o Mar Azov ao fundo, na cidade de Mariupol, o pastor Gennady Mohnenko e outros líderes locais se reuniram para um momento de oração.

A apenas oito quilômetros das linhas inimigas, onde mais de 100 mil soldados russos estão posicionados ao longo da fronteira, os pastores levantaram suas mãos ao Céu, pedindo o favor de Deus ao povo ucraniano e agradecendo a ajuda recebida de outras nações.

“Deus abençoe a terra ucraniana. Somos gratos às pessoas de todo o mundo que oram por nós. Eles oram para evitar que o pior aconteça, para evitar a guerra”, clamou um dos líderes.

“Abençoamos quem ora por nós e por nosso povo. Agradecemos a você, Deus, pelos líderes mundiais que tentam apoiar a Ucrânia em tempos difíceis. Deus, por favor, abençoe cada país que apoia nossas mãos, fornece armas, e faz ações diplomáticas para impedir que pessoas más façam coisas más”.

A Ucrânia se prepara para um possível conflito, treinando até mesmo os civis com exercícios militares quase todos os dias. Já os cristãos ucranianos têm se preparado com suas armas espirituais, através da oração e da adoração, formando um escudo espiritual para a Ucrânia, desde o início de janeiro deste ano.

Invasão iminente

Na quinta-feira (17), os Estados Unidos afirmou que a Rússia não está recuando suas tropas nas fronteiras, conforme anunciou, ao contrário, está avançando em direção à Ucrânia. 

A embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, Linda Thomas-Greenfield, declarou que a invasão russa é iminente, apesar do anúncio da retirada das tropas russas. 

"[Quero] sinalizar nosso intenso compromisso com a diplomacia, oferecer e enfatizar o caminho para a desescalada e deixar claro ao mundo que estamos fazendo tudo que podemos para evitar uma guerra", afirmou Thomas-Greenfield.

Na quarta-feira (16), o governo americano acusou a Rússia de enviar mais 7 mil militares para as fronteiras com a Ucrânia, apesar do governo Putin ter prometido diminuir o número de soldados na região.

Fonte: Guiame

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